O Morgadio e a Capela de Nossa Senhora da Esperança nos Claustros da Sé do Porto

O Morgadio e a Capela de Nossa Senhora da Esperança nos Claustros da Sé do Porto
Código do produto: HIST_O Morgadio_Capela
Disponibilidade: Disponível
Preço: 40,00€
Taxas não incluídas: 40,00€
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   Acaba de ser apresentada a obra:  A Capela e Morgadio de Nossa Senhora da Esperança nos Claustros 

da Sé do Portoda autoria de Dom Jõao de Noronha e Osorio e prefaciado pelo Professor Doutor Dom Gonçalo de

Vasconcelos e Sousa (Castelo Melhor).

  Trata- se de um estudo sobre a instituição e a administração de um dos morgadios mais antigos, indtituído na cidade 

do porto, pelo 1º arcediago da Sé portucalense, o cónego Ruy Gonçalves, no ano 1415 da era cristã. Na primeira parte

desta obra é tratada a personalidade do seu instituidor e seus antecedentes, a instituição eo património vinculado; na 

segunda parte, é traçada a genealogia dos seus administradores até ao ultimo destes, o 19º morgado, João Eduardo de

Brito e Cunha (II), moço e fidalgo da Casa Real, comendador da ordem de Cristo e cônsul honorário do Reino de Itália na

cidade do Porto.

   Como bem refere o Prefácio, poderá o leitor "percepcionar como são abordadas distintas vertentes de uma sociedade

altamente hierarquizada, mas que vai deixando avançar uma progressiva permeabilidade social, neste caso visitada

através de cinco ramos dos antepassados dafamília Brito e Cunha..." administradores do referido morgadio e capela, 

mas também "... através da leitura desta obra perscrutamos as mentalidades do Porto, com elementos muito interessantes,

designadamente para as centúrias de Quatrocentos e Quinhentos, deambulamos pelas suas ruas, igrejas e capelas,

compreendemos as suas personagens e maquinações políticas... e sentimos igualmente o pulsar da arrebatação das vivências

entre liberais e absolutistas no primeiro terço de Oitocentos. É aqui que entra uma das figuras mais importantes desta Família,

António Bernardo de Brito e Cunha, supliciado em virtude das suas ideias liberais e que permanece na memória colectiva da cidade

como um dos Mártires da Liberdade".

   A obra é encardenada em capa cartonada e sobrecapa, tem 336 páginas e é ilustrada com 23 extra-textos a cores, 56 a preto e branco,

e 8 desenhos.

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